domingo, 30 de setembro de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
450º Aniversário da Reforma Teresiana
Hoje comemoramos uma data particularmente significativa: o 450º aniversário do primeiro mosteiro fundado por Santa Teresa de Jesus, o de São José de Ávila na Espanha, e com ele o início da Reforma Teresiana do Carmelo. No dia 24 de agosto de 1562, Nossa Madre Fundadora, inspirada pelo Espírito Santo e impregnada de uma ousada confiança em Deus, supera obstáculos humanos intransponíveis e inicia este projeto divino, a forma de vida Carmelita Descalça.
Obrigado Senhor!
Parabéns a toda Família Carmelitana!
Obrigado Senhor!
Parabéns a toda Família Carmelitana!
Jornada Mundial da Juventude OCD
O que é a Jornada

É um grande encontro fraterno dos
jovens ligados ao Carmelo Descalço, dando continuidade àquela primeira
experiência realizada em Ávila, por ocasião da JMJ Madrid 2011. Na véspera da
Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em 2013, no dia 22 de julho, a
Ordem vai realizar esta 2ª Jornada Internacional da Juventude Carmelitana.
O
hotsite da jornada OCD, encontro internacional dos jovens do Carmelo, já se
encontra na página da Província Carmelita Descalça São José. Ali todos poderão
informar-se e inscrever-se. A jornada da juventude OCD é um encontro de nossos
jovens com o Padre Geral a ocorrer no dia anterior ao início da Jornada Mundial
da Juventude. A preparação deste encontro ficou a cargo das nossas províncias
brasileiras. Frei Nilson Ribeiro é o responsável pelo site e montou sua equipe
para ajudá-lo.
Clique
no banner para acessá-lo!
Como participar da Jornada OCD
Para participar da
Jornada OCD, os interessados devem fazer suas inscrições pelo site www.carmelo.com.br/jmj2013. Não é preciso
pagar nada para se inscrever. Basta fazer a inscrição para garantir a sua
participação, ou do seu grupo, na Jornada OCD. Através do nosso site, os
inscritos para a Jornada OCD vão ficar informados de toda a programação do
evento carmelitano.
domingo, 19 de agosto de 2012
Visita do cardeal Dom João Brás de Avis
O presidente da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada
e Sociedades de Vida Apostólica e representante do Papa Bento XVI, o cardeal
Dom João Braz de Aviz, visita Londrina nesta terça-feira (14). Na cidade, ele
tem uma extensa agenda de social e religiosa. Atualmente ele está locado em
Roma, Itália.
Na manhã, às 11h30, ele presidiu uma missa no Seminário Paulo VI, juntamente com os arcebispos Dom Orlando Brandes e Dom Albano Cavallin, padres, diáconos e seminatistas da arquidiocese de Londrina.
Na manhã, às 11h30, ele presidiu uma missa no Seminário Paulo VI, juntamente com os arcebispos Dom Orlando Brandes e Dom Albano Cavallin, padres, diáconos e seminatistas da arquidiocese de Londrina.
frei Hegon, dom João e frei Gentil.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Assim como o vínculo dos primeiros eremitas com Elias era evidente, por isso as lendas em torno dele tinham coerência lógica, também era patente a relação primitiva com a Virgem. A ela foi dedicado o primeiro oratório e a ela traziam gravada no nome. Os patronos tinham para a sociedade medieval uma importância muito
maior que em nosso tempo. A consciência era de que os patronos não eram escolhidos, mas eles é quem escolhiam para si a igreja, a cidade, o país que protegiam. A importância era tanta que entre as cidades medievais havia uma disputa para ver qual o patrono era mais forte. O Brasil barroco, filho de Portugal, assumiu esta reverência pelo padroeiro. No interior de Minas Gerais encontra-se uma pequena cidade que mantém uma interessante tradição. Na câmara de vereadores existe uma cadeira vitalícia reservada para Santo Antônio, o padroeiro da cidade. É como se ele participasse da vida da comunidade. O salário de vereador é entregue todos os meses à paróquia local.
Ser patrona significava não só ter o dever de honrá-la, mas também de garantir sua proteção. Existia a concepção de uma relação recíproca: o fiel oferecia o obsequium e oservitium devoto e total ao titular e, em troca, recebia “ajuda” e “proteção”, “graças” e “benefícios”. Este é, justamente, o caso do monte Carmelo. O título mariano se transformará na origem de uma fonte espiritual profundamente encarnada. A Virgem Maria será a Patrona do grupo, e o grupo se sentirá unido a ela vital e existencialmente, considerando-se inclusive “instituído para honrá-la e servi-la”. Eles podiam reivindicar, com todo o direito, o título de “Irmãos da Virgem Maria do Monte Carmelo”. Maria era a Senhora absoluta dos Carmelitas.
O mais notável entre os teólogos carmelitanos daquele tempo, João Baconthorp, aplica a Maria a promessa divina feita em Isaías: Data est ei decor Carmeli - dar-te-ei a beleza do Carmelo. Para ele Maria é quem embeleza o Monte e o Monte é dela, ela é a Senhora do Carmelo, a Dominca Loci. O itinerário do Carmelita será o de tudo fazer para a sua honra e glória porque, segundo a vontade divina, esta é a razão da existência de sua Ordem. A vida do Carmelita exige, por isso, uma sincera e vasta imitação das virtudes contempladas em Maria, porque a conformidade é o meio melhor para a sua glorificação.
terça-feira, 31 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
IV centenário de presença dos Carmelitas na Polônia
CRACOVIA-POLONIA (29-05-2012).- Con una solenne celebrazione presieduta dal P. Generale, Saverio Cannistrà, lo scorso 24 maggio hanno avuto inizio le celebrazioni del IV° Centenario dell'arrivo delle Carmelitane Scalze in Polonia.
La chiesa del convento di Cracovia (Kraków-Wesola) ha accolto la solenne celebrazione in cui erano presenti le Priore, accompagnate da una delegata, di tutti i monasteri della provincia di Cracovia, P. Albert Wach, Definitore Generale e responsabile dell'Europa Centrale, molti carmelitani scalzi delle due province polacche, ed un gran numero di fedeli.
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| Padre Geral |
sábado, 9 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
MÊS DE MAIO -MÊS DE NOSSA SENHORA
Maria, modelo de contemplação.
A contemplação de Cristo
tem em Maria o seu modelo insuperável. O rosto do filho pertence-lhe sob um
titulo especial. Foi no seu ventre que se plasmou, recebendo dela também uma
semelhança humana que evoca uma intimidade espiritual certamente ainda maior. À
contemplação do rosto de Cristo, ninguém se dedicou com a mesma assiduidade de
Maria. Os olhos do seu coração concentram-se de algum modo sobre ele já na
anunciação, quando o concebe por obra do Espirito Santo; nos meses seguintes,
começa a sentir sua presença e a pressagiar os contornos. Quando finalmente o
dá à luz em Belém, também os seus olhos de carne podem fixar-se com ternura no
rosto do filho, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura (cf. Lc 2,7).
Desde então seu olhar,
cheio sempre de reverente estupor, não se separará mais dele. Algumas vezes
será um olhar interrogativo, como no episódio da perda no templo: “Filho,
porque nos fizeste isto?” (Lc 2,48); em todo caso será um olhar penetrante,
capaz de ler no intimo de Jesus, a ponto de perceber os seus sentimentos
escondidos e adivinhar suas decisões, como em Caná (cf. Jo 2,5); outras vezes,
será um olhar doloroso, sobretudo aos pés da cruz, onde haverá ainda de certa
forma, o olhar da parturiente, pois Maria não se limitará a compartilhar a
paixão e a morte do Unigênito, mas acolherá o novo filho a ela entregue na
pessoa do filho predileto (cf. Jo 19,26-27); na manhã da Páscoa, será um olhar
radioso pela alegria da ressurreição e, enfim um olhar ardoroso pela efusão do
Espirito no dia de Pentecostes (cf. At 1,14).
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Mistica de São João da Cruz (pastorcico)
A mística de João da Cruz não aliena, ela envolve e nos projeta na vida e nos obriga a sair de nós mesmos. Para encontrar a verdadeira felicidade é preciso encontrar-se consigo mesmo, com Deus e com os outros, para ter o sabor da liberdade.
Há um poema de João da Cruz que gostaria de colocar aqui: é a sua e nossa biografia. Com toque delicado, João da Cruz, no Pastorcito, nos apresenta quem somos nós e o que queremos.
Há um poema de João da Cruz que gostaria de colocar aqui: é a sua e nossa biografia. Com toque delicado, João da Cruz, no Pastorcito, nos apresenta quem somos nós e o que queremos.
"Um Pastorinho, só, está penando,
Privado de prazer e de contento,
Posto na pastorinha o pensamento,
Seu peito de amor ferido, pranteando.
Não chora por tê-lo o amor chagado,
Que não lhe dói o ver-se assim dorido,
Embora o coração esteja ferido,
Mas chora por pensar que é olvidado.
Que não lhe dói o ver-se assim dorido,
Embora o coração esteja ferido,
Mas chora por pensar que é olvidado.
Que só o pensar que está esquecido
Por sua bela pastora, é dor tamanha,
Que se deixa maltratar em terra estranha,
Seu peito por amor mui dolorido.
Por sua bela pastora, é dor tamanha,
Que se deixa maltratar em terra estranha,
Seu peito por amor mui dolorido.
E disse o Pastorinho: Ai, desditado!
De quem do meu amor se faz ausente
E não quer gozar de mim presente!
Seu peito por amor tão magoado!
De quem do meu amor se faz ausente
E não quer gozar de mim presente!
Seu peito por amor tão magoado!
Passado tempo em árvore subido
Ali seus belos braços alargou,
E preso a eles o Pastor ali ficou,
Seu peito por amor mui dolorido." (Poesia 7)
Ali seus belos braços alargou,
E preso a eles o Pastor ali ficou,
Seu peito por amor mui dolorido." (Poesia 7)
João da Cruz exige uma leitura atenta, amorosa e repetitiva — pelo menos três vezes — para entrar em sua linguagem amorosa. Afinal, a linguagem do amor, só quem se decide a amar, pode conhecê-la."
Fonte: Frei Patrício Sciadini, OCD
quarta-feira, 9 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
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